terça-feira, 30 de junho de 2009
Upgrade Exchange 2003-2007 Recipient Policies
Set-EMailAddressPolicy “Default Policy” -IncludedRecipients “AllRecipients”
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Paixao e Hiperventilacao
Se alguem quizer cobaia para estudo da relacao entre o intervalo temporal de separacao de pessoas apaixonadas e a hiperventilacao, e so deixar comentario. Credo.
Amor
Nada como abrir o blog com lamurias amorosas.
Eu ja nao sou novo, acabado de entrar nos intas, e isto e como o anuncio do BES, quando passo com o tabuleiro na mao no centro comercial a rapaziada nova diz "eh pa, deixa la o senhor passar". Ora, isto atesta, sem a minima margem para duvida, a minha cotisse.
Tendo provado com um rigor que poria o Costa Pereira com um sorriso daqueles que so se obtem quando ele compra um par novo de meias lacoste, tenho agora que continuar e explicar que esta alma (alma linda, ouviram suas gasosas, cheia de plumas, lantejolas e escadas que acendem quando as desco de saltos de 10 cm) embora desse as suas quecas como qualquer ser vivo que se preze, nunca tinha tido um namorado que merecesse o nome. Tinha tido varios amigos coloridos de mauior duracao mas na realidade aquilo nao passava do que era, sendo que no fim o primeiro pensamento era de como me livrar deste de forma mais eficaz.
Presumo que anos disto tenham, por um lado, costruido uma barreira as pessoas a minha volta, e por outro me tenham convencido que isso do amor, coracoezinhos a saltitar e suspiros quando se pensa em alguem eram fantasias para vender livros e revistas de formato A5 ou inferior.
Tudo isto mudou recentemente. Numa daquelas coincidencias que fazem parecer o aparecimento da vida na terra um acontecimento banal, conheci uma pessoa que me deixou totalmente de rastos (que nem a supertia espanhola ao pe da portuguesa). Conhecemo-nos, saimos, conversamos, passeamos a beira mar de mao dada em praias desertas as 3 da manha, corremos atras um do outro em jardins, tudo acompanhado de violinos e de animaizinhos que nos acompanhavam em todos os instantes. Passados uns tempos entramos nas declaracoes de amor, o quantidade de suspiros mutuos atinge maximos historicos e tudo parece bem.
Nesta altura todos perguntar-se-ao "mas que raio e que esta se esta a queixar?" Na realidade nao sei, nao me queixo de nada, a vida parece boa pela primeira vez em 30 anos. Percebi finalmente mais de metade das letras das musicas que ouvia.. sei la, percebi tanta coisa que nao havia blog que chegasse. Tentarei em mais posts falar sobre esta experiencia metafisica que mudou a minha vida (nao, nao foi uma ida a IURD..).
Tal como disse "à outra pessoa" que ficara anonima para proteger os culpados, na vida sempre tentei precaver-me e jogar a defesa, razao pela qual acho que nunca me deixei envolver com ninguem. Nao sei o que mudou para ficar assim tao antagonicamente diferente, mas o que e facto e que neste momento tenho medo. Tenho medo de o perder, tenho medo de me magoar, tenho medo de nao voltar a sentir coisas que eu ja tinha arrumado no bau (ou no armario) como sendo fantasias que so acontecessem aos outros. Ele e o meu primeiro pensamento quando acordo e e o ultimo quando adormeco. Entendi finalmente o que pode levar a pessoas apaixonadas a querem suicidar-se, entendi o que e pensar que largava tudo e desaparecia com ele para um sitio qualquer, entendi o que e comecar a chorar quando nos despedimos nem que seja por meia duzia de horas, e se calhar entendi o que leva as pessoas a acharem que casamento e algo desejavel.
Eu ja nao sou novo, acabado de entrar nos intas, e isto e como o anuncio do BES, quando passo com o tabuleiro na mao no centro comercial a rapaziada nova diz "eh pa, deixa la o senhor passar". Ora, isto atesta, sem a minima margem para duvida, a minha cotisse.
Tendo provado com um rigor que poria o Costa Pereira com um sorriso daqueles que so se obtem quando ele compra um par novo de meias lacoste, tenho agora que continuar e explicar que esta alma (alma linda, ouviram suas gasosas, cheia de plumas, lantejolas e escadas que acendem quando as desco de saltos de 10 cm) embora desse as suas quecas como qualquer ser vivo que se preze, nunca tinha tido um namorado que merecesse o nome. Tinha tido varios amigos coloridos de mauior duracao mas na realidade aquilo nao passava do que era, sendo que no fim o primeiro pensamento era de como me livrar deste de forma mais eficaz.
Presumo que anos disto tenham, por um lado, costruido uma barreira as pessoas a minha volta, e por outro me tenham convencido que isso do amor, coracoezinhos a saltitar e suspiros quando se pensa em alguem eram fantasias para vender livros e revistas de formato A5 ou inferior.
Tudo isto mudou recentemente. Numa daquelas coincidencias que fazem parecer o aparecimento da vida na terra um acontecimento banal, conheci uma pessoa que me deixou totalmente de rastos (que nem a supertia espanhola ao pe da portuguesa). Conhecemo-nos, saimos, conversamos, passeamos a beira mar de mao dada em praias desertas as 3 da manha, corremos atras um do outro em jardins, tudo acompanhado de violinos e de animaizinhos que nos acompanhavam em todos os instantes. Passados uns tempos entramos nas declaracoes de amor, o quantidade de suspiros mutuos atinge maximos historicos e tudo parece bem.
Nesta altura todos perguntar-se-ao "mas que raio e que esta se esta a queixar?" Na realidade nao sei, nao me queixo de nada, a vida parece boa pela primeira vez em 30 anos. Percebi finalmente mais de metade das letras das musicas que ouvia.. sei la, percebi tanta coisa que nao havia blog que chegasse. Tentarei em mais posts falar sobre esta experiencia metafisica que mudou a minha vida (nao, nao foi uma ida a IURD..).
Tal como disse "à outra pessoa" que ficara anonima para proteger os culpados, na vida sempre tentei precaver-me e jogar a defesa, razao pela qual acho que nunca me deixei envolver com ninguem. Nao sei o que mudou para ficar assim tao antagonicamente diferente, mas o que e facto e que neste momento tenho medo. Tenho medo de o perder, tenho medo de me magoar, tenho medo de nao voltar a sentir coisas que eu ja tinha arrumado no bau (ou no armario) como sendo fantasias que so acontecessem aos outros. Ele e o meu primeiro pensamento quando acordo e e o ultimo quando adormeco. Entendi finalmente o que pode levar a pessoas apaixonadas a querem suicidar-se, entendi o que e pensar que largava tudo e desaparecia com ele para um sitio qualquer, entendi o que e comecar a chorar quando nos despedimos nem que seja por meia duzia de horas, e se calhar entendi o que leva as pessoas a acharem que casamento e algo desejavel.
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